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Fernanda Lacerda critica a modelo mais uma vez e fala sobre ser alvo de ciúmes de suas colegas de trabalho no 'Pânico'.

do EGO, no Rio
Fernanda Lacerda mostra as pernas  (Foto: Celso Tavares/EGO)Fernanda Lacerda com seu vestidinho em casamento
do Vesgo, do "Pânico" (Foto: Celso Tavares/EGO)
Na última quinta-feira, 27, Veridiana Freitas voltou a comentar a polêmica em que se envolveu com Fernanda Lacerda, a Mendigata do programa "Pânico". "É um direito dela ser reservada, mas eu sou verdadeira e autêntica. As pessoas querem esconder o que não é verdade. Dizem que quero me promover, mas não admito ser feita de palhaça em uma coisa que é verídica. Não tenho mágoa dela. Meu coração é muito grande e quero encerrar isso por aqui", disse a modelo, que está no ar em fotos provocantes no Paparazzo. Nos bastidores do ensaio, ela chegou a contar que teve um affair com a loira, que por sua vez negou qualquer envolvimento amoroso com Veridiana, dizendo que só rolou entre elas "um selinho".  
Procurada pelo EGO nesta sexta-feira, 28, para comentar a nova declaração da modelo, Fernanda respondeu: "Graças a Deus ela acabou com isso. Eu não preciso de brigas para ter mídia. Foi bem ridículo se promover com essa história. Afinal, mesmo se tivesse rolado ao alguma coisa... tenho fãs criança e família".
EGO NAS REDES SOCIAIS
Veridiana contra-ataca
No entanto, ao saber da alfinetada da panicat, Veridiana Freitas resolveu contra-atacar nesta sexta-feira, 28: "Eu também não preciso de brigas para me promover. Eu tenho beleza, meu cabelo é hidratado. O vestido que ela usa para ir em casamento, eu vou à feira", espetou.
"Aliás, ela deveria me agradecer, por causa do que falei, o nome dela está todo dia na mídia", disse a modelo que é a estrela do Paparazzo esta semana.

Como se não bastasse o bafão com Veridiana, a assistente de palco do "Pânico" também viu seu nome envolvido em outra polêmica. De acordo com o jornal "O Dia", ela estaria sendo alvo deciúmes das amigas panicats. Tudo por conta do microvestido dourado que usou para ir aocasamento de Rodrigo Scarpa, o Vesgo, que aconteceu na última sexta-feira, 21.
Segundo Fernanda, ela vai aguardar o encontro com as colegas de trabalho para discurtir esses comentários. "Não gosto de falar dessas coisas nas redes sociais. Mas realmente comentaram que meu vestido estava muito curto. Em nenhum momento eu fui para essa cerimônia querendo aparecer ou chamar atenção. Respeito demais os noivos, e para mim aquele momento era superimportante", afirma ela, aproveitando para dar uma alfinetada: "Fui na loja, encontrei esse vestido e achei perfeito. E para aqueles que acharam que eu não estava com uma roupa apropriada, esse vestido foi quase o preço de um carro. Talvez até tenha sido um erro meu ter escolhido esse, mas também não vou deixar as pessoas me julgarem."
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Usinas de São Paulo apresentaram aumento do etanol hidratado.

Na semana passada, a Petrobras anunciou alta de 3% na gasolina.

Da Reuters
O preço do etanol hidratado subiu quase 5% nas usinas do estado de São Paulo na semana passada, segundo análise divulgada nesta segunda-feira (10) pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

A alta nas usinas deve resultar em aumento para o consumidor. O percentual, no entanto, não é necessariamente o mesmo: o valor do combustível nas bombas depende de determinação dos postos. A Cepea não acompanha a variação de custos nas bombas.

A alta é ainda maior do que a implementada para a gasolina na última sexta-feira (7) nas refinarias da Petrobras, de 3%.
"Depois de apresentar variações negativas, ainda que ligeiras, por duas semanas seguidas, o preço do etanol hidratado subiu com força entre 3 e 7 de novembro, no mercado paulista, impulsionado, em parte, pelo anúncio do reajuste da gasolina", afirmou o Cepea.
No final da semana passada, a Petrobras anunciou um reajuste médio de 3% nos preços da gasolina nas refinarias, combustível concorrente do etanol hidratado no mercado brasileiro, por conta dos carros flex. A estatal também reajustou o diesel em 5% nas refinarias.
O Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado teve média de 1,1853 real/litro (sem impostos) na semana passada, alta de 4,8% em relação à semana anterior.
Para o etanol anidro (misturado à gasolina), a média do Indicador CEPEA/ESALQ permaneceu praticamente estável no mesmo comparativo, a 1,2856 real/litro (PIS/Cofins zerados).
Distribuidoras elevaram as compras no mercado à vista, principalmente de hidratado, na expectativa de melhora nas vendas do biocombustível com o reajuste da gasolina, disse o Cepea.

Do lado das usinas, o volume ofertado se manteve restrito, o que contribuiu para as altas dos preços.
"Além do encerramento antecipado da moagem da safra 2014/15 da região centro-sul, unidades se retraíram, apostando em novos reajustes", afirmou o Cepea ponderando que as chuvas na última semana também prejudicaram a colheita e limitaram a oferta.
Nos postos, a relação entre o etanol e a gasolina segue favorável ao biocombustível nos Estados de São Paulo, Goiás, Mato Grosso e no Paraná, disse o Cepea citando informações da Agência Nacional do Petróleo (ANP), o órgão regulador do setor de combustíveis no Brasil.
Para motoristas de carros flex, não compensa abastecer com o etanol se o biocombustível custar na bomba mais de 70% do valor da gasolina.
Na semana passada, a presidente da União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica), Elizabeth Farina, afirmou à Reuters que o reajuste da gasolina da Petrobras, com impacto ainda menor na bomba, foi muito pequeno para beneficiar as vendas de etanol.
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Governador de São Paulo reuniu-se com presidente Dilma em Brasília.
Segundo ministra do Planejamento, repasse federal depende de estudos.

Filipe Matoso e Fernanda CalgaroDo G1, em Brasília
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Geraldo Alckmin concede entrevista coletiva no Palácio do Planalto (Foto: Filipe Matoso / G1)Geraldo Alckmin concede entrevista coletiva no Palácio do Planalto (Foto: Filipe Matoso / G1)
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, afirmou nesta segunda-feira (10) após reunir-se com a presidente Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto, que o estado precisará de R$ 3,5 bilhões para a construção de oito "grandes" obras que servirão a partir de 2015 para o enfrentamento da crise do abastecimento de água na região.
Sem chuvas neste domingo (9), o nível dos reservatórios do Sistema Cantareira, responsável pelo abastecimento na Grande São Paulo, registrou nova queda nesta segunda, de acordo com a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), e passou de 11,4%, para 11,3%.
“O que nós propusemos ao governo federal foram novas obras, oito obras, e o valor dessas obras será de R$ 3,5 bilhões, o orçamento total das obras. […] O governo de São Paulo precisará do máximo que [o governo federal] puder. Pode ser recurso a fundo perdido, do Orçamento Geral da União, ou pode ser financiamento, e nós temos uma boa capacidade de financiamento,” disse o governador.
De acordo com Alckmin, um grupo de trabalho foi criado para que a União e o governo estadual possam se reunir para discutir como se daria o repasse dos recursos federais a São Paulo, para quais obras e os valores. O colegiado, segundo afirmou, se reunirá na próxima segunda-feira (17) pra discutir o assunto.

'Repasse depende de estudos'
A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, não confirmou se o governo federal irá repassar toda a verba pleiteada por São Paulo. Segundo ela, o valor dependerá dos estudos a serem apresentados na semana que vem sobre cada uma das obras.

“Não se discutiu o montante de recursos nessa reunião. Muito comum a presidente dizer que depende da importância das obras a serem realizadas. Se, nessa conversa direta, estiverem claras as importâncias dessas obras, poderemos até apoiar tudo, mas isso vai depender dessa discussão”, disse Miriam.

Ela explicou que ainda não se discutiu a origem do dinheiro que seria repassado. “Uma parte [da obra apresentada] sequer projeto tem, então o desembolso não é de curtíssimo prazo”, justificou. De acordo com a ministra, a presidente Dilma “viu com bons olhos o conjunto das obras”. No entanto, afirmou, será preciso “uma conversa mais aprofundada para que ela bata o martelo no que o governo federal ajudará São Paulo”.
Geraldo Alckmin apresentou as oito obras que são necessárias para a região: interligação dos reservatórios Atibainha e Jaguari; construção de dois reservatórios em Campinas; adução dos reservatórios; Estação de Produção de Água de Reuso (EPAR) Sul de São Paulo; EPAR Barueri; interligação do Jaguari com o Atibaia; interligação do Rio Grande com o Guarapiranga; e poços artesianos no Aquífero Guarani.

A jornalistas, Alckmin afirmou no Palácio do Planalto ter apresentado à presidente, além das oito obras necessárias para o estado, os sete sistemas de abastecimento de água existentes na região. Segundo o governador, duas obras devem ser entregues em 2015 e as demais, em até três anos.
O governador voltou a afirmar que não há racionamento de água na região e que o abastecimento está garantido para o ano que vem.
“Não há esse risco [de racionamento]. Nós já temos repetido isso desde o início do ano, nós temos em São Paulo um sistema extremamente forte e nós nem entramos na segunda reserva técnica do Cantareira”, afirmou.
Período eleitoral
Questionado sobre se houve “mudança de posição” do governo estadual ao procurar a União após o período eleitoral para discutir a crise do abastecimento de água em São Paulo, Alckmin afirmou que não, e disse que ao longo dos últimos quatro anos foram feitas “inúmeras parcerias”.
“É nosso dever, numa república federativa, como é o Brasil, trabalharmos juntos e sermos parceiros. O dinheiro é do contribuinte. Nós estamos discutindo desde o ano passado. A realidade é que nós já temos, através da Sabesp e da Caixa Econômica Federal, inúmeros financiamentos. A Sabesp tem uma capacidade de investimento grande, a parceria não é novidade”, ressaltou.
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Estatal divulgou nota afirmando que não há definição sobre o assunto.

Jornal Nacional informou que estatal deu aval para o reajuste nos preços.

Do G1, em São Paulo
A presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, afirmou após reunião de Conselho de Administração da estatal, realizada nesta terça-feira (4) em Brasília, que o "aumento de combustíveis não se anuncia, pratica-se". O ministro da fazenda, Guido Mantega, também participou da reunião.

Após a reunião, a estatal divulgou comunicado ao mercado reiterando o anúncio do dia 29 de que não há decisão quanto a reajuste no preço da gasolina e do diesel. Ainda de acordo com a Petrobras, o assunto continua sendo "discutido frequentemente pela sua Diretoria Executiva e pelo seu Conselho de Administração".
O Jornal Nacional informou que o Conselho de Administração da estatal deu aval para o reajuste nos preços da gasolina e do diesel nos próximos dias. O índice e a data do reajuste ainda estão sendo discutidos pela diretoria da Petrobras.
Neste mês, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que a gasolina no Brasil não está mais com os preços defasados em relação ao mercado internacional, mas repetiu que, ainda assim, o combustível pode ficar mais caro no país.

"Essa é uma decisão da Petrobras. Embora o preço da gasolina no Brasil esteja maior agora do que nos Estados Unidos, isso não quer dizer que a empresa vai deixar de fazer algum aumento. Havia defasagem. Agora não há defasagem. Agora [um eventual aumento] é em benefício da Petrobras. O preço da gasolina está mais alto. Então, a Petrobras está ganhando com isso. Mas isso não significa que não haverá aumento. Isso é uma decisão da empresa", declarou ele a jornalistas.
No início de outubro, em entrevista ao G1, o ministro já havia dito que o preço da gasolina subiria ainda neste ano. Na ocasião, ele afirmou que todo ano há aumento da gasolina, e acrescentou que em 2014 não seria diferente.

"Ano passado [a gasolina] teve dois aumentos. Então, esse ano não será diferente. Vai ter aumento. Ano passado teve aumento em novembro. Quando houver a decisão, haverá um aumento. Não cabe a mim decidir isso", disse Mantega no comçeo de outubro.

No ano passado, houve dois reajustes nos preços da gasolina. O primeiro aconteceu em janeiro, quando a Petrobras reajustou o diesel em 5,4% e a gasolina, em 6,6%. O último reajuste aconteceu no fim de novembro de 2013 – momento no qual a Petrobras anunciou que os preços da gasolina e do diesel foram reajustados nas refinarias, sendo que a alta foi de 4% para a gasolina e de 8% para o diesel.
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Índice é o menor para novembro desde o início da série histórica, em 2002.
Salário médio real, que ficou em R$ 1.809,60, é o mais alto da série.

Do G1, em São Paulo
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Evolução do desemprego (Foto: Editoria de arte/G1)
A taxa de desemprego nas seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ficou em 4,9% em novembro, após registrar 5,3% em outubro, conforme aponta a Pesquisa Mensal de Emprego divulgada nesta sexta-feira (21). A taxa é a menor para o mês de novembro desde o início da série, que teve início em março de 2002, e a segunda menor de toda a série histórica. Em novembro do ano anterior, o indicador havia ficado em 5,2%.
A população desocupada somou 1,2 milhão de pessoas, registrando recuou de 8,0% em relação a outubro e estabilidade frente novembro de 2011. A população ocupada atingiu 23,5 milhões de pessoas e ficou estável diante de outubro. Na comparação anual, o avanço foi de 2,8%.
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